se eu não acordar amanhã, por mais que eu ame e tenha muito o que dizer pra muitas pessoas, consegui dizer o essencial pra maioria pessoalmente e..
não pra você, Patrick Barbosa.
Nenhum texto meu, por mais emocionante ou sentimental que seja consegue te tocar. Mas dessa vez, hoje, eu realmente gostaria de morrer pra você levar a sério meu testemunho.
Acredito que os gostos de uma pessoa podem mudar; talvez você não seja mais fissurado em halls, waffer ou neston. Talvez o tipo do meu beijo não seja mais o seu favorito. Talvez você agora prefira conhecer gente nova a casar com padrinhos que conheceu na pré adolescencia. Acredito que as pessoas cansam, então você realmente pode ter cansado daquele relacionamento que mntinha comigo, e desistir não foi uma opção sua, foi simplesmente sua sobrevivencia, como a minha não-opção foi continuar te amando. Eu acredito no poder das palavras, da vontade, e das emoções, acredito em um Deus que abençoa os fieis, mas os põe a prova a todo minuto. Acreditar nesse Deus é complicado, já que o mesmo que me promete uma felicidade (que no meu interior acredita ser você) te deu o poder de livremente escolher o que quer pra sempre, causando assim um abalo sísmico com o encontro dessas duas vertentes de felicidade. Eu acredito que amor não acaba, se transforma, assim como os gostos, os sentidos e as maneiras desse sentir. Mas antes de tudo isso eu acredito que cada alma é feita de algo básico e insolúvel que esta dentro de nós. Essa alma, não importa quantas transformações físicas ela passe, sempre será a mesma. \De uma única maneira incrível e irracional ela se mantem. E é isso que nesse testamento eu quero dizer. Eu amo a sua alma. Por mais que eu ame o seu cheiro, os teus trejeitos, o seu olhar ou riso, o teu corpo ou mente, mais do que tudo isso eu amo sua alma. E morri infeliz por não ouvi-la há tanto tempo (não lembro data, mas no dia que me deu parabéns por ter entrado na mackenzie), tanto tempo, dizer que me ama através da sua (sempre metamorfa) voz.
Se eu morrer esta noite, vou morrer pensando que ... meus defeitos não foram amados.
não pra você, Patrick Barbosa.
Nenhum texto meu, por mais emocionante ou sentimental que seja consegue te tocar. Mas dessa vez, hoje, eu realmente gostaria de morrer pra você levar a sério meu testemunho.
Acredito que os gostos de uma pessoa podem mudar; talvez você não seja mais fissurado em halls, waffer ou neston. Talvez o tipo do meu beijo não seja mais o seu favorito. Talvez você agora prefira conhecer gente nova a casar com padrinhos que conheceu na pré adolescencia. Acredito que as pessoas cansam, então você realmente pode ter cansado daquele relacionamento que mntinha comigo, e desistir não foi uma opção sua, foi simplesmente sua sobrevivencia, como a minha não-opção foi continuar te amando. Eu acredito no poder das palavras, da vontade, e das emoções, acredito em um Deus que abençoa os fieis, mas os põe a prova a todo minuto. Acreditar nesse Deus é complicado, já que o mesmo que me promete uma felicidade (que no meu interior acredita ser você) te deu o poder de livremente escolher o que quer pra sempre, causando assim um abalo sísmico com o encontro dessas duas vertentes de felicidade. Eu acredito que amor não acaba, se transforma, assim como os gostos, os sentidos e as maneiras desse sentir. Mas antes de tudo isso eu acredito que cada alma é feita de algo básico e insolúvel que esta dentro de nós. Essa alma, não importa quantas transformações físicas ela passe, sempre será a mesma. \De uma única maneira incrível e irracional ela se mantem. E é isso que nesse testamento eu quero dizer. Eu amo a sua alma. Por mais que eu ame o seu cheiro, os teus trejeitos, o seu olhar ou riso, o teu corpo ou mente, mais do que tudo isso eu amo sua alma. E morri infeliz por não ouvi-la há tanto tempo (não lembro data, mas no dia que me deu parabéns por ter entrado na mackenzie), tanto tempo, dizer que me ama através da sua (sempre metamorfa) voz.
Se eu morrer esta noite, vou morrer pensando que ... meus defeitos não foram amados.
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